Na última quarta-feira, a ONG Transparência Brasil publicou relatório da pesquisa "Quem são os conselheiros dos Tribunais de Contas?".
De Sergipe, que tem 7 conselheiros, 3 aparecem com processos e 5 com relação de parentesco político.
Sobre conselheiros com parentesco político, o TCE é o segundo entre as Cortes de Contas estaduais, superado apenas pelo tribunal do Rio Grande do Norte.
O nome da conselheira Angélica Guimarães aparece entre os casos citados no relatório:
Foi multada por não submeter ao TCE-SE documentos referentes ao exercício financeiro de sua gestão na Prefeitura de Japoatã: (TCE-SE - Processo nº 2000/072031, TCE-SE - Processo nº 2000/076091, TCE-SE - Processo nº 2000/076266).
A contratação de obras e serviços pela prefeitura de Japoatã, quando Maria Angélica Guimarães Marinho exercia o cargo de prefeita, foi julgada ilegal em 1996 (TCE-SE - Processo nº 2000/076219).
VEJA AQUI a íntegra do relatório